Francisco Louçã faz 2 propostas para o futuro da economia
portuguesa a criação de uma taxa de 2% para as grandes fortunas.
E uma lei que impeça os despedimentos nas empresas
lucrativas as ideias do líder do Bloco de Esquerda sublinhadas obra
à noite num comício.
Na Figueira da Foz.
Do programa eleitoral do Bloco de Esquerda Francisco Louçã destaca
uma medida que considera essencial em tempo de crise, e depois
de o governador do Banco de Portugal ter admitido em 2011 1010.
200 mil novos despedimentos, uma lei pela qual empresas com um lucro
não possam escrever.
Como é que nós podemos aceitar.
Quando a Lusa a empresa porque os trabalhadores produziram.
Um o 6 após accionistas, mas num ano em que há dificuldades, o
trabalhador é despedido, e fica a cargo da Segurança Social, ou seja,
dos descontos que os próprios trabalhadores fazem, um espanhol
soltos e para assegurar a sua reforma.
No comício da Figueira da Foz Louçã apontou baterias de Américo Amorim
e admite que o homem mais rico de Portugal, e inspirou outra proposta
eleitoral uma taxa de 2%.
Sobre as grandes fortunas, quer dizer os que se assim posto
com uma pequena tarja.
Fosse aplicada imensa fortuna do homem mais rico de Portugal.
Só com uma taxa de 2%, que eu que há noutros países europeus.
Só aquilo que esse homem mais rico de Portugal, deveria dar uma
pequena contribuição para o sistema de Segurança Social, num imposto
sobre as grandes fortunas, pagava um aumento de 50 euros por mês.
A 150 mil reformados da Marinha lembrando José Afonso no dia
em que faria 80 anos, Louçã rematou dizendo que há empresários que
fazem lembrar os vampiros, ainda em busca do sangue fresco a manada.
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