LUIS OLIVEIRA

Terra à Vista

Raquel Bulha

2010-06-21 17:22:19

Compostor gratuito



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por : Raquel Bulha

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2010-05-24 11:21:47

25 espécies, 25 Prioridades de conservação.

25 espécies, 25 Prioridades de conservação.


25 ESPÉCIES:

25 PRIORIDADES DE CONSERVAÇÃO

PARA A QUERCUS



FAUNA - VERTEBRADOS

PRIÔLO (PYRRHULA MURINA)

Espécie classificada como "Criticamente em Perigo", dado tratar-se de uma ave endémica da ilha de São Miguel, com uma área de distribuição circunscrita e limitada às zonas de altitude dos concelhos de Nordeste e Povoação. A ameaça à sua sobrevivência deve-se fundamentalmente à

perda de habitat favorável, pois a floresta laurissilva é fortemente pressionada, entre outros factores, pela proliferação de espécies vegetais invasoras. Está em curso um extenso programa de preservação da espécie, que envolve uma organização não governamental de ambiente e entidades públicas.



MORCEGO DOS AÇORES (NYCTALUS AZOREUM)

É um endemismo do Arquipélago dos Açores. Este morcego encontra-se ameaçado devido ao isolamento geográfico que limita a área de distribuição, encontrando-se 100% da população neste arquipélago. A perturbação das colónias em períodos críticos, destruição dos abrigos, destruição dos habitats de alimentação e a utilização excessiva de pesticidas são outros dos factores relevantes à sua sobrevivência.



A BOGA-PORTUGUESA (IBEROCHONDROSTOMA LUSITANICUM)

Espécie dulciaquícola de distribuição limitada a pequenos cursos de água de características mediterrânicas nas bacias hidrográficas do Tejo e Sado. É uma espécie cujas populações se encontram em franca regressão, possuindo um baixo efectivo populacional, altamente fragmentadas, sujeitas a fortes pressões antrópicas que resultam numa degradação da qualidade do habitat. Como tal encontra-se classificada como "Criticamente em Perigo". A Quercus está a intervir reproduzindo a espécie em cativeiro e pretende avançar com a recuperação de linhas de água para posterior reintrodução dos espécimes reproduzidos.



FREIRA DA MADEIRA (PTERODROMA MADEIRA)

É uma ave endémica da Madeira, que se reproduz única e exclusivamente nas áreas mais altas da ilha. É considerada uma das espécies de aves marinhas mais ameaçadas da Europa. Esta ave no passado foi muito afectada pela predação resultante da introdução de espécies não autóctones, como o gato e o rato, assim como pela predação feita pelo próprio homem. Hoje o efectivo populacional em idade reprodutora é inferior a 250 indivíduos.



SARAMUGO (ANAECYPRIS HISPANICA)

Uma espécie endémica da Península Ibérica, circunscrita à bacia do Guadiana. É um peixe dulciaquícola adaptado a cursos de água de características intermitentes, contudo as alterações no habitat, resultantes das alterações do regime de fluxo associadas à regularização do rio, poluição e introdução de espécies exóticas contribuíram para a diminuição do efectivo populacional e sua classificação como espécie "Criticamente em Perigo". A Quercus pretende colaborar na preservação da espécie, através da recuperação de linhas de água e da remoção

das ameaças.



FURA-BUCHO OU PARDELA DAS BALEARES (PUFFINUS MAURETANICUS)

É uma espécie invernante que a nível global se encontra "Criticamente em Perigo". O estado de ameaça desta ave invernante deve-se à mortalidade dos indivíduos em artes de pesca, à vulnerabilidade à poluição por hidrocarbonetos e a sobre-pesca que implicam uma redução no efectivo populacional reprodutor que nidifica nas Baleares.



ESCALO DO MIRA (SQUALIUS TORGALENSIS)

É uma espécie endémica de Portugal, circunscrita à bacia do rio Mira. É um peixe com estatuto de ameaça em virtude da degradação do habitat, nomeadamente devido à introdução de barragens, escassez de água nos períodos mais quentes do ano, perda de qualidade da água e introdução

de espécies exóticas como factor de competição. A Quercus está a intervir reproduzindo a espécie em cativeiro e pretende avançar com a recuperação de linhas de água para posterior reintrodução dos espécimes reproduzidos.



ESCALO DO ARADE (SQUALIUS ARADENSIS)

É uma espécie endémica de Portugal, cuja ocorrência se restringe aos rios Arade, Seixe, Algibre, Bordeira, Algezur, Alvor e Quarteira. É um peixe "Criticamente em Perigo" em virtude da degradação do habitat, nomeadamente devido à introdução de barragens, escassez de água nos

períodos mais quentes do ano, perda de qualidade da água. A Quercus está a intervir reproduzindo a espécie em cativeiro e pretende avançar com a recuperação de linhas de água para posterior reintrodução dos espécimes reproduzidos.



BOGA DO SUDOESTE (IBEROCHONDROSTOMA ALMACAI)

Espécie endémica de Portugal circunscrita às bacias dos rios Mira e Arade. É um peixe "Criticamente em Perigo" em virtude da degradação do habitat, nomeadamente devido à introdução de barragens, escassez de água nos períodos mais quentes do ano, perda de qualidade da água e introdução de espécies exóticas. A Quercus está a intervir reproduzindo a espécie em cativeiro e pretende avançar com a recuperação de linhas de água para posterior reintrodução dos espécimes reproduzidos.



RUIVACO DO OESTE (ACHONDROSTOMA OCCIDENTALE)

Embora não seja uma espécie descrita no Livro Vermelho dos Vertebrados, é uma espécie a ter em consideração na nossa abordagem. Trata-se de uma espécies dulciaquícola endémica de Portugal, circunscrita aos pequenos rios costeiros Sizandro, Safarujo e Alcabrichel. É uma espécie com populações extremamente reduzidas, isoladas em pequenos locais em zonas mais a montante dos cursos de água onde as fontes de poluição urbana e da agro-pequária são menos intensas, e onde o corredor ripícola apresenta algum estado ecológico favorável à sobrevivência do escalo. Devido aos factos apresentados esta é uma espécie que deve ser considerar como "Criticamente em Perigo". A Quercus está a intervir reproduzindo a espécie em cativeiro e vai

avançar com a recuperação de linhas de água para posterior reintrodução dos espécimes reproduzidos.



ESTRELINHA DA ILHA DE SANTA MARIA (REGULUS REGULUS SANCTAE-MARIAE)

Este equeno passeriforme endémico da ilha de Santa Maria, nos Açores, é uma espécie criticamente em perigo dada a sua pequena área de distribuição, e alteração no habitat devido à substituição de áreas de floresta por áreas de pastagem e expansão de espécies exóticas

invasoras.



LINCE-IBÉRICO (LYNX PARDINUS)

Espécie endémica da Península Ibérica, é o felino mais ameaçado a nível global. É uma espécie "Criticamente Em Perigo", em consequência da destruição e fragmentação do habitat favorável, assim como devido à forte regressão na população de coelho, principal presa do lince. Está em curso um extenso programa de conservação em curso, com o envolvimento de várias entidades públicas e privadas, que envolve uma componente ex situ e a realização de acções que visam a melhorar o habitat e a disponibilidade de presas para a espécie.



O LOBO-MARINHO (MONACHUS MONACHUS)

É uma espécie criticamente em perigo de extinção a nível global, com um baixo efectivo populacional, que surge como residente no arquipélago da Madeira. Os factores de ameaça que fectam esta espécie prendem-se com a captura acidental em artes de pesca, poluição com

hidrocarbonetos e alteração na dinâmica de distribuição de presas.



FLORA VASCULAR

LEUZEA LONGIFOLIA

Endemismo lusitano. Planta vivaz, com floração de Abril a Julho, mas que pode demorar alguns nos a ocorrer. A espécie pode ser observada em matos higrofílicos. Os núcleos populacionais estão em geral isolados, sendo constituídos em cada local disjunto por poucos indivíduos. A Quercus pretende intervir na conservação da espécie.



MARSILEA QUADRIFOLIA

Distribui-se por toda Europa. É uma espécie semi-aquática, que ocorre em locais permanentemente inundados. Encontra-se em estado crítico. Pensa-se que poderá estar extinta na natureza. Apesar de intensa prospecção, desde 1994, foi localizada apenas num local na margem do Douro, em Trás-os-Montes. A Quercus aguarda autorização para conservar a espécie ex situ.



OMPHALODES KUZINSKYANAE

Endemismo lusitano. Apresenta o seu óptimo ecológico em terrenos arenosos em situações de sub-coberto sem exposição directa à luz solar. Pode ocupar ainda solos moderadamente evoluídos de margas e calcários compactos. Espécie geográfica e demograficamente rara. As

populações são demograficamente tão pequenas que correm um sério risco de desaparecimento devido a acção humana, a fenómeno catastrófico, ou pela evolução de fenómenos biológicos e ambientais estocásticos.



PLANTAGO ALGARBIENSIS

Endemismo ibérico. Os indivíduos agrupam-se em pequenos núcleos distando normalmente vários metros, mais raramente dezenas de metros. A espécie ocorre sobre solos argilosos, sujeitos a forte encharcamento temporal durante o Inverno e princípio da Primavera e em terrenos sujeitos a perturbação recente. Espécie geográfica e demograficamente rara, a qual corre um sério risco de desaparecimento devido a qualquer acção humana, por um fenómeno catastrófico humano ou natural. A sua área de distribuição restringe-se a cerca de 30 hectares, na vizinhança de Tunes, Guia e Algoz. A Quercus pensa intervir na conservação desta espécie.



PLANTAGO ALMOGRAVENSIS

Endemismo lusitano. Ocorre na faixa costeira em solos incipientes de arenitos argiláceos, com considerável encharcamento sazonal e coloniza clareiras de urzais baixos. Espécie geográfica e demograficamente rara. Actualmente parece subsistir uma única população na parte setentrional

da área de distribuição. A população é tão diminuta que corre um sério risco de desaparecimento devido a qualquer acção humana, por um fenómeno catastrófico humano ou natural. Estão neste momento a decorrer trabalhos para se instalarem novas populações em locais adequados à espécie. A Quercus pensa colaborar na sua preservação.



TUBERARIA MAJOR

Endemismo lusitano. Ocorre em solos arenosos ou cascalhentos ácidos, sobretudo nas clareiras de matos. Espécie heliófila, que responde favoravelmente a fogos, atingindo densidades invulgares em situações pós-fogo. A germinação das sementes é estimulada por choque térmico.

Elevado risco de extinção, com área de ocorrência muito limitada e descontínua, com as estações conhecidas apresentando alterações e perturbações de dimensão variável. A Quercus pensa intervir na salvaguarda desta espécie.



PILULARIA MINUTA

Em Portugal as suas populações colonizam charcos temporário mediterrânicos assente Surge em comunidades anfíbias e é considerada uma planta rara e ameaçada, conhecendo-se poucas populações. A Quercus aguarda autorização para conservar esta espécie ex situ.



NARCISSUS WILKOMMII

O Narciso do Algarve (Narcissus wilkommii) é uma espécie endémica do Algarve, sendo que que, actualmente, a única população mundial conhecida se localiza ao longo das margens da ribeira de Quarteira. Em meados do século XX, teve uma distribuição mais alargada, ocorrendo próximo de Loulé e na vertente Sul da Serra de Monchique, onde parece estar extinta. A expansão da cana (Arundo donax) que, ao expandir-se, ocupa as margens das linhas de água, desalojando vegetação autóctone, é particularmente preocupante porque está a afectar as populações de Narciso do Algarve. A Quercus aguarda autorização para conservar a espécie ex situ e pretende intervir no local onde ocorre para remover as ameaças à sua sobrevivência.



NARCISSUS PSEUDONARCISSUS SUBSP. NOBILIS

Endemismo ibérico. O principal habitat são os cervunais sujeitos a pastagem e/ou fenagem, estando a espécie muito dependente da manutenção dos sistemas agro-pastoris de montanha. A Quercus já está a intervir na espécie, existindo neste momento um protocolo para manutenção de uma população com um criador de gado que produz queijo da Serra da Estrela.



LINARIA RICARDOI

Endemismo lusitano muito raro e localizado na região de Beja. Conhecem-se poucos núcleos populacionais, pelo que, à luz do conhecimento actual sobre a espécie, esta encontra-se em perigo de extinção. Trata-se de um planta anual, que floresce em Março e Abril, e ocorre preferencialmente em searas de trigo e de aveia com baixa intervenção humana, em sob-coberto de olival ou de montado e bermas dos caminhos circundantes. A Quercus adquiriu dois terrenos para preservar esta espécie e outras que regionalmente estão ameaçadas.



VERONICA MICRANTHA

Ocorre em sítios um pouco húmidos e sombrios em carvalhais dos 500 a 1070 de altitude. A redução progressiva dos carvalhais portugueses conduz à rarefacção de algumas espécies características destes carvalhais, onde se inclui esta espécie. A Quercus pensa intervir na protecção desta espécie, nomeadamente através do fomento de uma gestão sustentável dos carvalhais onde ocorre.



SILENE ROTHMALERI

Endemismo lusitano, cuja área de ocorrência está restrita à costa sudoeste litoral. Ocorre em rechãs, fendas de rochas e cascalheiras, em arribas e vertentes costeiras estáveis. Verifica-se uma assinalável diminuição da diversidade genética nas suas populações.





OUTRAS ESPÉCIES COM ESTATUTO DE AMEAÇA QUE ESTÃO A SER OBJECTO DE INTERVENÇÃO

PELA QUERCUS

FRANCELHO (FALCO NAUMMANII)

É uma pequena ave de presa, com 29-32 cm de comprimento e 58-72 cm de envergadura, migradora, e cuja área de distribuição estival se estende desde a Península Ibérica até à Mongólia e ao Nordeste da China. Sofreu nos últimos 30 anos uma regressão drástica em toda a sua área de distribuição e chegou inclusivamente a extinguir-se em vários países. A Quercus está a desenvolver um projecto de recuperação de uma colónia na Zona de Protecção Especial de São Vicente, concelho de Elvas. Este projecto irá ser alargado à conservação de outras espécies características da pseudo-estepe, nomeadamente a abetarda, o sisão, o alcaravão, o rolieiro, entre outras, e a mais locais no Alto Alentejo. Este projecto tem a colaboração do FAPAS.



GARÇA-VERMELHA (ARDEA PURPUREA)

A garça-vermelha é uma ave de porte médio/grande (média de comprimento 79 cm e envergura 114 cm), classificada como em perigo de extinção no nosso País. As suas populações estão dispersas em colónias situadas nas principais zonas húmidas do país. A garça vermelha nidifica em colónias e os ninhos são construídos no chão em zonas de caniçal, habitat fundamental para esta ave. Trata-se de uma ave migradora que inverna na África subsahariana. A Quercus está a

preservar a espécie na Lagoa Pequena (uma parte de uma lagoa costeira importante na costa da Península de Setúbal - a Lagoa de Albufeira e vai iniciar em breve a restauração um caniçal em Riachos, onde a espécie nidifica.



CÁGADO-DE-CARAPAÇA-ESTRIADA (EMYS ORBICULARIS)

O Cágado-de-carapaça-estriada é uma das duas tartarugas de água doce existentes em Portugal. Esta espécie, em perigo de extinção de acordo com livro vermelho dos vertebrados, prefere habitats dulceaquícolas de águas paradas ou corrente lenta e necessita de boa cobertura de vegetação aquática. Muito rara a norte do rio Tejo, aparece com maior abundância nas bacias hidrográficas do Guadiana, entre os rios Mira e Arade e está particularmente em perigo nos charcos temporários do Sudoeste.



CEGONHA-PRETA (CICONIA NIGRA)

Espécie afro-eurasiática migradora. Em Portugal possui o estatuto de vulnerável. Pode nidificar em árvores ou rochas, ocorrendo em escarpas de linhas de água ou de serras, como em áreas de montado, matagais ou pinhais. No nosso país apenas se alimenta em zonas húmidas, nomeadamente linhas de água, charcas e albufeiras. A Quercus está a proteger a espécie no Tejo Internacional, criando pequenas charcas.



GRALHA-DE-BICO-VERMELHO (PYRRHOCORAX PYRRHOCORAX)

A gralha-de-bico-vermelho é uma ave em forte regressão a nível nacional e internacional. A publicação do Livro Vermelho dos Vertebrados tem vindo a reflectir a regressão na distribuição da espécie, que de acordo com as categorias da UICN, em 1990 atribuiu-se-lhe o estatuto de "Vulnerável" e em 2006 a espécie passou a inscrever-se na categoria de "Em Perigo". Uma estimativa fiável de 2007 apontava para a existência de 700 a 1000 indivíduos e de 140 a 285 casais reprodutores. As causas apontadas para a regressão da espécie parecem estar ligadas ao abandono do pastoreio extensivo e da agricultura tradicional, com a consequente desenvolvimento dos estratos herbéceos e arbustivos, à intensificação da agricultura associada ao uso de agro-químicos. Está em execução uma parceria entre Quercus, a Vodafone e a Cooperativa Terra Chã que visa gerir actividades de pastoreio, utilizando cabras serranas (raça autóctone), para criar habitat de alimentação para a gralha-de-bico-vermelho na serra dos Candeeiros, espécie que se encontra em forte regressão pelo abandono das actividades agropastoris.


por : Raquel Bulha

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2010-05-14 14:23:24

Festival Solar

"Festival Solar em Lisboa de 14 a 17 Maio

Abre no dia 14 de Maio, no Museu da Electricidade em Lisboa, o Festival Solar, uma iniciativa com espírito didáctico destinado a divulgar a energia solar em contexto urbano.

O Festival inclui uma exposição dedicada ao tema "Arquitectura e Sustentabilidade Energética", que abre ao público a 14 de Maio e ficará patente até 3 de Junho. A mostra é composta por oito ecrãs, que exibem os depoimentos de outros tantos arquitectos, a quem foram colocadas três interrogações:

1 - O que entende por sustentabilidade energética na arquitectura?

2- Na sua prática profissional como é que este tema se integra?

3 - Como imagina que virá a ser a evolução arquitectónica na relação com a sustentabilidade?

A exposição mostra as respostas de João Luís Carrilho da Graça, atelier Promontório, atelier DATA, Arquitectos Anónimos, Miguel Veríssimo, Carlos Castanheira, Lívia Torone e Plano B.

No dia 16 de Maio, ás 16h, decorre um debate sobre o mesmo tema que reúne à volta da mesa o arq. João Nunes, do atelier PROAP, João Seixas (ISCTE), Paulo Ferrão (Programa MIT Portugal), José Maria Pós-de-Mina (Câmara Municipal de Moura), Alexandre Fernandes (ADENE, Agência para a Energia), para além dos arquitectos Nuno Mateus (ARX) e Mário Sua Kay, estes últimos a confirmar. Serão moderadores desta grande mesa redonda Maria João Rodrigues, vice-presidente da APISOLAR), Leonor Cintra Gomes, presidente da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos e Nadir Bonaccorso, mentor do projecto Casa da Vizinha. Esta conferência foi validada com um crédito pelo Conselho Regional de Admissão do Sul no âmbito da formação obrigatória em temáticas opcionais.

O programa do Festival Solar prevê ainda, no âmbito da experiência S.E.R. (Sustainable Evolutive Residence) a realização de duas tertúlia. No dia 14, às 16h o tema "Cidade vs. Moradia" vai estar em debate entre os arquitectos Santiago Cirugeda, João Nunes, Carlos Sant'Ana e o atelier Moov. No dia seguinte, 15 de Maio, os arquitectos Fernando Martins, Telmo Cruz e Pedro C. Costa debatem "Parede Opaca: pele ou músculo", em torno das novas metodologias na concepção da arquitectura.

O Festival Solar é a acção âncora em Portugal do projecto europeu Dias Europeus do Sol coordenado pela European Solar Thermal Industry Federation (ESTIF) em cooperação com a European Photovoltaic Industry Association (EPIA).

É uma co-organização da APISOLAR, Fundação EDP, Casa da Vizinha, Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos e ADENE. O projecto pretende divulgar a visão de uma sociedade solar, designadamente junto do público escolar, das famílias e do público não profissional, fornecendo informações que apoiem a decisão dos consumidores, contribuam para a formação de uma mentalidade pré-solar e demonstrem o potencial das tecnologias solares existentes e suas aplicações futuras.

A entrada no festival e nos eventos é livre."

(in site energias renováveis)


por : Raquel Bulha

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2010-05-11 13:11:32

As Bandeiras Azuis de Portugal



RESUMO BANDEIRA AZUL 2010
Programa Bandeira Azul
242 Candidaturas
234 Zonas balneares costeiras
8 Zonas balneares fluviais
64 Municípios
13 Zonas balneares novas
26 Zonas balneares saíram
28 Zonas balneares reentraram
240 Zonas balneares Galardoadas
14 Marinas Galardoadas


por : Raquel Bulha

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2010-05-05 16:29:55

Copo Menstrual

Eis o copo menstrual que tem sido falado no Terra à Vista!



Podem encontrá-lo em www.pegada-verde.pt


por : Raquel Bulha

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2010-05-04 16:24:08

HyChain


Juan Gomez Valero é um dos sócios responsáveis pelo HyChain um projecto implementado, para já, na Alemanha, Espanha, França e Itália. Em diversas cidades destes países foi implementada uma mini frota com veículos movidos a hidrogénio.

Conheçam mais aqui!


por : Raquel Bulha

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2010-04-28 22:49:02

HidrogenIST

"HidrogenIST é a designação do primeiro protótipo do Projecto Shell Eco-Marathon.



O HidrogenIST é um carro eléctrico, sendo que a sua principal característica, única a nível ibérico, é a fonte de energia: uma célula de hidrogénio Ballard Nexa 1.2 KW. Uma botija de hidrogénio a 200 bar e oxigénio, retirado directamente do ar, alimentam a célula. O resultado é energia eléctrica, transmitida ao controlador do motor BLDC in wheel, onde se gera um campo trifásico AC que acciona o motor e propulsiona o carro. O controlador do motor - ponte H trifásica - foi projectado e construído pelos próprios alunos, com o auxílio e orientação do IPFN - Instituto de Plasmas de Fusão Nuclear. A utilização de um motor com elevados níveis de eficiência e um controlador projectado propositadamente para a prova Shell Eco-Marathon, resultou num sistema de propulsão inovador e muito eficiente.

Estruturalmente o HidrogenIST é constituído por um chassis tubular, em alumínio, com a configuração triciclo, duas rodas dianteiras e uma roda traseira direccional e motriz. A opção pelo sistema de direcção traseiro permite uma diminuição da área frontal face aos protótipos de tracção dianteira, o que lhe confere um menor atrito aerodinâmico. Cada jante é equipada com pneu de baixo atrito.

Relativamente à aerodinâmica, a fibra de vidro é o material de eleição para a carenagem do veículo do PSEMbyIST, dada a sua extrema leveza comparada com a sua resistência. A carenagem foi fabricada recorrendo a moldes, com posterior aplicação da fibra e camadas de resina.

Quanto ao seu projecto e construção foram orientados de modo a assegurar, simultaneamente, um menor peso do conjunto, maior resistência do veículo e uma superfície menos rugosa e resistiva possível à passagem do escoamento do ar envolvente.

No que concerne ao departamento de informática o HidrogenIST apresenta-se de forma inovadora, pois foi o primeiro veículo da Shell Eco-Marathon a integrar um GPS como forma de auxiliar o piloto em prova.

O GPS foi programado com o objectivo de apresentar várias informações essenciais à condução. Estas incluem o número de voltas, o tempo de prova, a velocidade instantânea e a velocidade pretendida para que a manga seja válida. Assim evita-se a dependência do piloto à box e a dispersão da atenção do piloto."

 


por : Raquel Bulha

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2010-04-27 16:27:00

Projecto Re-Think

A Delta Cafés apresentou há poucos dias um novo projecto na área da sustentabilidade:


"O projecto ReThink é um projecto criado pela Delta Cafés, com o apoio do QREN, e desenvolvido em parceria com diversas entidades, que compõem um cluster público-privado de Investigação.

Este projecto nasce da vontade da Delta Cafés de inverter o ciclo de vida dos resíduos produzidos pela actividade da empresa, nomeadamente através da borra de café, com vista a reduzir o impacto ambiental.

O desafio a que nos propusemos foi aumentar o ciclo de vida do café, ou seja, criar utilidades alternativas no fim do seu ciclo de vida, pois entendemos que a responsabilidade da empresa não termina no momento em que colocamos um produto no mercado.

O objectivo de recolha de borra de café para este ano de 2010 é de 200 toneladas, para o qual já estamos caminho."


por : Raquel Bulha

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2010-04-13 16:47:06

7 ex-Maravilhas Naturais de Portugal

7 ex-Maravilhas Naturais de Portugal

"Distinguir o que a natureza nos deu e os portugueses estragaram


Pedro Quartin Graça, Gastão Brito e Silva e Rui Cunha constituem o Comissariado da iniciativa

Foi apresentada a iniciativa "7 Ex-Maravilhas Naturais de Portugal", na Praia da Cruz Quebrada - um local que em tempos foi digno de orgulho e que hoje constitui um dos mais claros exemplos do efeito nefasto da acção do Homem sobre o património natural.

Descobrir as aberrações que proliferam Portugal fora é o mote deste movimento, comissariado por Pedro Quartin Graça, Gastão Brito e Silva e Rui Cunha. Locais que a natureza criou belos e que a mão humana tornou horrendos serão postos em xeque numa iniciativa que pretende mobilizar os cidadãos e despertar a discussão sobre a preservação do nosso património natural.

No site 7exmaravilhas.net na página do Facebook será possível fazer o upload de fotografias e vídeos que mostrem paisagens que em tempos foram admiráveis e que agora são aberrações - quer devido à intervenção do Homem quer à ausência dela. Mais do que um acto de denúncia, esta iniciativa pretende incentivar a discussão em torno de soluções e da prevenção para as maravilhas que ainda subsistem.

À semelhança do que acontece com as 7 Maravilhas Naturais de Portugal, aqui são também os cidadãos a propor e votar quais as piores 7 Ex-Maravilhas de Portugal. Locais como o Rio Trancão, Sines ou Quarteira estão já nomeados, mas a votação ficará a cargo dos visitantes do site.

Mobilizar a população para a indiferença a estas situações de abandono e desleixo é o grande objectivo desta iniciativa que pretende, rapidamente, tornar-se num grande movimento cívico pela defesa e preservação da paisagem nacional.

As 13 Ex-Maravilhas de Portugal finalistas serão apresentadas a 13 de Junho e as 7 Ex-Maravilhas eleitas serão anunciadas a 7 de Setembro."




por : Raquel Bulha

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2010-03-29 13:50:53

Sacos de plástico distribuídos gratuitamente

Sacos de plástico distribuídos gratuitamente
"Estudo do Governo inglês confirma suspeitas da Quercus

Sacos distribuídos no Continente e Jumbo podem ser prejudiciais para o Ambiente

A Quercus verificou que ao fim de 10 meses os sacos produzidos em plástico oxo-degradável, distribuídos gratuitamente nos Hipermercados Jumbo/Pão de Açúcar e Continente/Modelo (e em outras lojas do Grupo Soane, nomeadamente: Worten, Modalfa, Sport Zone, Vobis, MaxMat, Zippy, Área Saúde) e, continuavam sem se degradar nos destinos mais prováveis, ao contrário do que se podia esperar. Esta constatação foi agora confirmada por Estudo do Ministério do Ambiente Inglês.

Preocupada com a incontrolável distribuição gratuita de sacos de plástico oxo-degradáveis, os que apresentam a informação de "100% degradáveis" (sacos que possuem a incorporação de um aditivo químico para acelerar o processo de degradação), a Quercus levou a cabo uma experiência simples para, desta forma, analisar a degradação dos sacos de plástico em diferentes meios, caracterizados como os destinos finais mais prováveis após consumo: dispersos pelo ambiente e meio aquático (água doce e salgada) ou para acondicionar RSU's - encaminhados para aterros sanitários.

Com esta análise a Quercus observou que não houve sinais de degradação ou decomposição dos sacos e que nem tão pouco se apresentavam quebradiços, sendo que, no caso do meio aquático salgado, estes perdiam a cor das letras impressas (podendo ser facilmente confundíveis com medusas e consumidos por espécies aquáticas, como tartarugas).

A Quercus alerta para outros problemas que esta nova tecnologia pode provocar:

1. Não há garantias da sua reciclagem: existem poucas certezas sobre esta tecnologia, a Associação Europeia de Recicladores de Plástico não garantem a sua reciclagem e temem os efeitos na qualidade dos polímeros reciclados. Esta questão foi agora também levantada pelo estudo encomendado pelo Governo Inglês.
2. Não há garantias da sua degradação em aterro: os aterros sanitários não garantem a sua degradação devido à ausência de O2;
3. Risco de colocarem em perigo toda a cadeia alimentar: libertados no ambiente podem fragmentar-se em inúmeras partículas mais pequenas, entrando na cadeia alimentar global - constituindo perigo para as espécies de pequeno e grande porte;
4. Têm uma reutilização limitada: os mesmos indicam que "deixam de poder ser reutilizados quando quebradiços", não podendo ser colocados no ecoponto amarelo mas sim no dos resíduos indiferenciados.

Desta forma, concluímos que os sacos de plástico oxo-degradáveis poderão não ser a resolução dum problema que precisa de actuação premente, podendo não contribuir para minimizar os impactes associados à dispersão do plástico no ambiente.

As preocupações da Quercus são fundamentadas nos seguintes relatórios:

* UNEP (UN Environment Programme and Ocean Conservancy): indica que 80% da poluição marinha nas 12 maiores regiões do Mundo é causada pela libertação de resíduos plásticos, compostos essencialmente por sacos e garrafas. Este relatório refere ainda que cerca de 95% das espécies de aves aquáticas que residem ou sobrevoam as regiões do Norte apresentam vestígios de plástico nos seus estômagos;

* Estudo Governo Inglês/Universidade de Loughborough: conclui que os plásticos oxo-degradáveis podem trazer problemas para a compostagem ou reciclagem, sendo o destino mais adequado a incineração, para o qual o aditivo não traz nenhuma vantagem;

* Associação Europeia de Recicladores de Plástico: recomenda a supressão da utilização de plástico oxo-degradáveis, enquanto tecnologia insustentável, como uma das acções fundamentais para promover a reciclagem mecânica dos resíduos de plásticos, devendo os mesmos ser separados dos outros tipos de plásticos.


* Estudo levado a cabo pela Quercus e Universidade da Madeira: concluiu que a não distribuição gratuita de sacos de plástico aumenta em 50% a taxa de reutilização e contribui para a optimização no seu uso em 20%, evitando assim a produção de muitas toneladas de plástico que, na sua maioria, acabariam incineradas, em aterro ou abandonadas no ambiente.

A Quercus salienta ainda a tendência mundial que visa a adopção de medidas que prevejam a redução da utilização de sacos de plástico.

A Quercus já apelou ao Governo e a todos os partidos da oposição para apoiarem esta causa, relembrando que, quer o PS, quer o PSD, nos seus programas eleitorais, já se tinham comprometido a apresentar medidas visando a redução do consumo dos sacos de plástico."

Fontes:

http://residuos.quercus.pt/scid/subquercus/defaultcategoryViewOne.asp?categorySiteId=394

http://residuos.quercus.pt/scid/subquercus/defaultcategoryViewOne.asp?categorySiteId=222



por : Raquel Bulha

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