A3 - 10h/13h
com Mónica Mendes
2014-12-16 13:49:53

Brinquedo sexual "must have".

Brinquedo sexual must have.
"Olá Raquel e Quintino,. Sigo de uma forma mais ou menos regular  vosso programa e gosto muito. Não sei se já falaram sobre este assunto num dos programas, mas a verdade é que tenho algumas dúvidas.

Tenho 23 anos, iniciei a minha vida sexual aos 17 num relacionamento que durou até aos 22 anos. Terminou devido a uma traição de ambas as partes. Física no meu caso e de sentimento do lado dele. Depois disso tive um "caso" que durou 7 meses e agora estou num outro relacionamento que dura, também, há 7 meses.  Atualmente este meu namorado esta em Espanha e vemos-nos uma vez por mês, bem sei que nao vai ser longo mas enquanto durar estou bem.  Do ponto de vista sexual damo-nos muito bem, ele é mais novo mas mais experiente. Gostamos de inovar e é por isso que vos escrevo. Penso que ja fizemos grande parte do que ha por fazer sem "brinquedos sexuais". No entanto ele chega a semana que vem e eu gostava de fazer uma visita a uma sex shop, a primeira vez a serio. Assim, gostava de saber o que é recomendado comprar numa fase tão inicial o que é mesmo "must have". Sabendo que sou uma pessoa muito romântica e apaixonada no que diz respeito ao sexo e ele um pouco mais "selvagem".  

Bem sei que não ha nada como ir e experimentar, mas umas dicas nunca fizeram mal a ninguém :)... "

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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 13:44:37

Quando se estraga uma memória boa.

Quando se estraga uma memória boa.
"Peço desculpa por estar a perturba-lo com este mail, deve receber centenas de mais com este tipo de duvidas. Sei e compreendo que não me vai responder, pois deve ter mais que fazer, mas seja como for exponho aqui a minha situação.

Eu e a minha namorada estamos juntos há cerca de 4 meses, temos ambos 31 anos, no inicio tudo era perfeito, tínhamos relações com alguma frequência mas não todos os dias, para alem da frequência com que fazíamos eu também sentia o desejo dela, mas no segundo mês ela começou a afastar-se e a não querer fazer mais e também começou a querer mais espaço, para mim não foi difícil mas como gosto dela achei que tinha razão. Mais tarde questionei-a se ainda gostava de mim e porque se estava a afastar, ela disse que era o stress do trabalho e também porque estava a passar por alterações no corpo, uma vez que deixou de fumar em Abril . Hoje em dia estamos juntos todos os dias, muito por vontade dela, é quase como se vivêssemos juntos mas a falta de desejo continua mesmo com a minha insistência. Tento sempre agradar lhe perguntando como gosta mais, também tento ajuda-la com os problemas do dia a dia tentando facilitar a sua vida, fazendo surpresas, jantares à luz das velas, mensagens de amor, faço massagens quando está cansada, ajudo nas contas de casa, lavo a louça. faço tudo para se sentir bem e confiante comigo, mas só recebo nãos. Ela não gosta de mim pois não?


Obrigado Dr. Quintino, é a primeira vez na vida que faço este tipo de pergunta a alguém, não tenho à vontade para desabafar este assunto com amigos, costumo seguir os seus programas e por isso a pergunta. Obrigado mais uma vez."

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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 13:38:01

Que vontade foi esta de começar a escrever o blogue meninodesuamae.com

Que vontade foi esta de começar a escrever o blogue meninodesuamae.com
"O erótico e o pornográfico na era da internet"

A eterna dualidade Erótico - permitido
Pornográfico - proibido


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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 13:34:19

Fornicar é como falar.

Fornicar é como falar.

"A Seguir Ao Cérebro, A Língua É O Mais Importante Órgão Sexual"


Post de referência: "Cem Coisas Que Precisas De Saber - Coisa #88 - Foder É Como Falar"


"Claro que dirás que há conversas e conversas, que há banalidades, que há conversas em que não nos damos. Não é disso que falo - falo das vezes em que te revelas, em que és real, em que te entregas e te expões crua, das vezes em que és inteira e em que és tu."




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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 13:29:54

Do cunilíngua como uma das belas artes.

Do cunilíngua como uma das belas artes.
"Do Minete Como Uma Das Belas Artes" (meninodesuamae.com)

Dizer que se gosta de mulheres mas só das partes que não cheiram a cona é como dizer que se gosta de cães excepto da mania deles de ladrarem e lamberem e nos saltarem para o colo e quererem festas. É uma coisa que deviam analisar. Talvez só gostem do conceito, da ideia de ter um cão. Pensem lá nisso. A sério. Não acho que uma pessoa assim deva ter um cão. E também não acho que deva ter uma mulher."

Grande parte dos posts do Menino De Sua Mãe são "a sério", reflectem ideias pessoais, gostos próprios, experiências de pensamento. Este não é excepção. E, como a maior parte dos posts do Menino De Sua Mãe, pode ser lido de várias maneiras. Uma delas, obviamente, é como manifesto, como panfleto de incitação ao cunnilingus. Acho que essa vertente é importante, embora o tenha escrito sem esse propósito, mas faz falta quem incite, quem provoque, quem diga que há coisas que são boas e as podes experimentar.

Mas há um outro nível de reflexão possível: pode ser bom, mas há tanta coisa que é boa para tanta gente, até que ponto até se pode ter bom sexo sem fazer tudo ou experimentar tudo? Existe algum mitológico "sexo pleno"? No limite, dizer a alguém que não está a aproveitar o sexo como deve ser porque não faz cunnilingus é comparável a dizer a alguém que não está a aproveitar o sexo como deve ser porque não faz estimulação anal - e há muita gente que aproveita muito bem sem nenhuma delas. Há "fronteira"? Como em tudo, as fronteiras são individuais, muitas vezes nem nos passa pela cabeça ir mais além do que já fazemos. Por isso é importante falar destas coisas. Não são provocações, são roteiros de viagens, guias turísticos. São maneiras de tentar pôr as pessoas a falar de sexo, como quem diz "olha, vi na net uma excursão ao Cartaxo, e se experimentássemos?"

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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 13:24:10

Quem é o menino de sua mãe?

Quem é o menino de sua mãe?
"Aqui há umas semanas circulou um texto no facebook cujo título era "Do minete como uma das belas artes" houve logo 2 variáveis que o poderiam tornar viral, o facto de usar calão, palavrão... e falar de sexo, do cunílingua em particular. Isso aconteceu, tornou-se viral... partilhei o texto no facebook e passado uma hora foi apagado e o blogue onde estão alojados os textos, foi abaixo.

Como diz a nossa promo de abertura no subject will ever be taboo... fui à procura do autor dos textos. O blogue chama-se menino de sua mãe! E eu e Quintino Aires temos o prazer de vos apresentar O próprio do Menino... olá, bem vindo à hora do sexo!

Quem é o menino de sua mãe?


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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 12:19:09

Friends with Benefits - ejeculação precoce(?)

Friends with Benefits - ejeculação precoce(?)
"Olá Raquel e Quintino,

Antes de mais muito obrigado a ambos pelo belíssimo programa, que como uma boa relação, mantém-se bom e fresco após tantos anos.


Sou um rapaz de 27 anos e já tive duas relações de 1 ano cada, e presentemente estou numa espectacular relação de "friends with benefits" há um mês. No entanto, há algo que me tem vindo a preocupar e que já vem das outras relações, que é o facto de durar muito pouco tempo a ejacular após iniciar a penetração (2/3 minutos, às vezes menos).

Sou uma pessoa que gosta muito de sexo e do corpo feminino, e o que eu acho que acontece é que me entusiasmo mesmo muito, a vários níveis, com toda a envolvência do sexo (incluindo preliminares físicas e psicológicas, que costumam ser algo longas) acabando por me excitar muito e ejacular depressa. Penso isto porque até a esta ultima relação, isto acontecia-me mais quando estava mais tempo sem ter sexo. Mas esta nova pessoa excita-me muito mais e puxa muito mais por mim do que as pessoas das relações anteriores, e isso faz com que o meu nível de entusiasmo esteja sempre muito elevado, o que faz com que aconteça sempre.

Ainda assim, também devo dizer que tenho sempre esse pensamento presente durante o acto -  "Será que irei aguentar mais que o normal? Não quero que dure pouco, está a ser tão bom.", e sei que não ajuda, mas não consigo evitar. Já falei com esta actual pessoa sobre isso (a tal partilha de medos/receios), e ela sugeriu experimentarmos mudar de posição ou fazer uma pausa na penetração quando vejo que se está a aproximar o momento.  Ao experimentar, serviu de pouco, pois o facto de olhá-la e senti-la de uma "nova" forma, faz com que ganhe novo entusiasmo e que acabe por ser quase imediato.

E tudo isto deixa-me bastante em baixo no final, porque sinto que acabo por falhar para com a outra pessoa, porque apesar da a compensar de outras maneiras, não é bem a mesma coisa. Agora, o que eu gostava de saber é o que pode ser feito em relação a isto, se será possível arranjar uma forma de contornar/ultrapassar esta situação, ou se devo procurar ajuda médica/psicológica?"

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 12:14:08

Transtorno Dismórfico (dismorfia) Em relações sexuais ocasionais o corpo da mulher, importa?

Transtorno Dismórfico (dismorfia) Em relações sexuais ocasionais o corpo da mulher, importa?
"Queridos Raquel Bulha e o Dr. Quintino Aires;

Agradeço desde já a existência deste elucidativo e descontraído espaço (A Hora do Sexo). Confesso que não sou uma ouvinte diária mas antes compulsiva, quando tenho possibilidade de uma quebra na minha rotina lá vou eu aprender ao site da Antena 3.

Já vinha desde algum tempo para escrever para o vosso espaço mas nunca com coragem, isto porque ainda tenho alguma coisas a resolver não tanto diretamente com problemas no sexo dito, mas mais com o que envolve: O corpo, a entrega...


Tentando ser breve:

Tenho 24 anos e desde o inicio da adolescência que me venho a debater com problemas obsessivos-compulsivos onde entra períodos de dismorfia corporal, distúrbios alimentares, enfim e tudo o que envolve, resumindo corpo.

Na verdade considero que não tenha tido qualquer educação sexual, até pelo contrário, houve sempre uma busca de actos incriminatórios quase "género pide" por parte dos meus pais e fazer da sexualidade um acto vergonhoso.. e enfim a ideia que consegui formar enquanto ser individual, é que a sexualidade faz tão parte de nós enquanto individuos e é tão essencial ao nosso desenvolvimento pessoal como o acto de beber um copo de leite quando se tem fome. Assim sendo, sempre fui muito selectiva de parceitos.

Diria que tive 4 pessoas diferentes até hoje: 2 namoros e 2 casos ocasionais; Não tenho inseguranças quanto Às "minhas prestações" mas sim com o corpo, e a entrega, o toque... e devo dizer que desses dois casos consegui abstrair-me tanto do medo do corpo durante o acto sexual, que mal me lembro de características físicas especificas dos meus parceiros ocasionais.

Resumindo: Assim como para o homem que pergunta o tamanho da " minha pilinha importa?" , em relações sexuais ocasionais, o corpo da mulher importa? Devo-me simplesmente libertar e deixar-me dar ao "luxo" de poder ter relações ocasionais ou, devo-me proteger? Peço desculpa pelo testamento e secalhar pela pergunta ego, tendo em conta o meu problema, mas, se poderem-me responder, ficava muito agradecida :) Um beijo para ambos e Obrigada pela boa disposição e profissionalismo"

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:55:10

Sémen "avermelhado"

Sémen avermelhado
"Boa tarde caros amigos, continuo ouvinte assíduo, e sempre que ouço a vossa edição encontro uma pequena resposta para a melhoria da minha vida diária. Hoje escrevo para pedir ajuda sobre algo que me acontece pela segunda vez. No fim da masturbação, e depois de ejacular, notei que tinha o esperma avermelhado, o que faz acreditar que tenho sangue no esperma. Como referi antes, já me aconteceu, há cerca de 2 ou 3 anos. Na altura entrei em pânico, mas como tinha vergonha de referir a alguém (excepção feita à minha companheira), procurei informação na internet, que aconselhava então a não praticar qualquer tipo de sexo, para não ejacular. Que esta situação resultava de stresse, e que, com a inibição sexual durante uns dias, tudo voltaria ao normal, e realmente assim foi. Na altura não consultei um médico, e desta vez estou tentado em seguir da mesma forma. No entanto, escrevo-vos para saber se isto é para me realmente preocupar, ou tentar ter mais calma e ficar realmente uns dias no celibato."

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:51:25

Definir a relação, dar nome.

Definir a relação, dar nome.
"Olá aos dois !

Conheci uma miúda da minha idade, 38 anos. Falámos pela net 3 meses, no 1º dia que nos conhecemos pessoalmente, tivemos uma boa noite de sexo muito intenso. Continuamos a encontrar-nos todos os fins de semana e mantemos a mesma relaçao, sexo e muito carinho à mistura. Ela diz que está apaixonada pelo meu orgão genital e tudo o que envolve a nossa relação sexual, pois está sempre a acariciar-me e diz eu sou um caso à parte. Como defenir esta reação, de uma pessoa que, diz querer ser minha namorada?

Obrigado Quintino e cumprimentos "À HORA DO SEXO"


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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:40:03

Reagir! Treinar a argumentação.

Reagir! Treinar a argumentação.
"Olá Quintino e Raquel!

Sou vosso ouvinte e apesar de nem sempre concordar convosco, gosto muito do vosso espaço e já aprendi muito a ouvir-vos. Sou um jovem adulto com 25 anos, recentemente solteiro (saí de uma relação com mais de 2 anos). Conheci a minha ex-namorada na minha licenciatura, ela namorava na altura, mas fomo-nos aproximando e ela acabou por deixar a relação que tinha e ficámos juntos.

Em todas as relações anteriores nunca tive uma pessoa tão dedicada a mim, não só para o bom que existe numa relação mas também para outras situações da vida em que percebemos se temos ou não temos um(a) companheiro(a).. Ela ao fim de um mês de relação quis conhecer a minha familia, e eu apesar de não fazer particular questão, fiz-lhe a vontade.. No entanto ela não fez o mesmo no imediato.. nem nunca.. Cheguei a ir a um aniversário dela com 1 ano e meio de relação fingindo que era amigo.. (Quem ama é capaz de fazer o seu amor passar por isto?) Esse dia marcou-me profundamente mas fui incapaz de dizer 'BASTA! Se me amas tens de fazer isso por nós'.. Acabámos por seguir para mestrado juntos e para além dessa situação começou a notar-se o excesso de horas de trabalho juntos.. Para além disso ela entrou para o ginásio (com o meu apoio, pois precisava) mas dedicou-se de uma maneira completamente obsessiva.. Nem todas essas condicionantes fizeram com que ela abrisse o  jogo com a familia e abrisse novas portas para a relação..  E eu fui-me acomodando, deixando de lutar e comecei eu próprio a desistir.. No final do Verão terminámos a relação, eu sugeri e ela aceitou sem contestar.. Mas negou-me termos uma conversa cara-a-cara como deve ser entre adultos.. Apesar de achar que dei tudo o que podia para que as coisas resultassem, acabo por me sentir culpado pela minha falta de reação aos acontecimentos!


A minha questão é a seguinte:

O que hei-de fazer para mudar a minha atitude numa relação? Sinto que o facto de eu não dizer 'Não.' à outra pessoa, e tentar seguir sempre uma via que satisfaça a outra parte acaba por resultar contra mim e a própria relação. Como diz uma amiga minha 'anulo-me como pessoa quando tenho um relacionamento'..."

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:28:22

Os padrões de comportamento

Os padrões de comportamento
"Olá Dr. Quintino Aires e Raquel Bulha!

São os meus companheiros fies todas as tardes e todas as manhãs, naqueles cinco minutos... Não perco uma emissão, e como repetem a da tarde na manhã seguinte, normalmente oiço duas vezes, o que me parece óptimo para que as ideias fiquem mais cimentadas na minha consciência...

A minha questão é basicamente esta: Estaremos nós enquanto indivíduos sociais e emocionais "talhados" para cometer repetidamente os mesmos erros nas relações? Terá mesmo que existir sempre a ajuda de um profissional na área da saúde mental para alterar comportamentos?

Passo a exemplificar com situações de pessoas com as quais privo há alguns anos o que me permite já ter uma ideia bastante abrangente dos seus estilos e formas de vida:

Exemplo 1: Um homem na casa dos 50 anos, discreto no trato e nas atitudes que se atrai sempre por mulheres bonitas, que até o tratam bem, (e ele a elas), nunca chegam a assumir uma relação mas passado pouco tempo é sempre "trocado" por outro homem. Como o meio é pequeno toda a gente se apercebe, embora ele nunca se queixe. Continua mesmo a conviver com elas e às vezes quando elas se zangam com os seus companheiro lá volta ele para elas, mas só até elas voltarem para os respectivos companheiros. Pergunto-me será que se entende como o "second best"??

Exemplo 2: Uma mulher muito inteligente, perto dos 50 anos, bonita com um caracter forte, ideias arrojadas, à frente do seu tempo, mas acaba por estar em relações longas onde os companheiros são sempre de alguma forma dependentes dela, fazendo ela quase um papel de mãe e não o de companheira, amante, mulher...

Exemplo 3: Uma mulher jovem e bonita que gosta de seduzir e de ser seduzida, mas tudo o que mais quer é encontrar um companheiro para constituir família. Acaba sempre por se envolver sexualmente com eles, alguns até chegam a ser casos breves mas eles acabam sempre por não querer uma relação "séria" e ela acaba por sair magoada.

Exemplo 4: Uma mulher perto dos quarenta anos que não se consegue apaixonar por ninguém porque continua sempre agarrada ao último relacionamento, que já não existe. Nas poucas relações que teve os companheiros eram distantes e sem grande manifestações de afecto. O que eu quero tentar perceber é como é que estas pessoas, se permitem continuadamente a frustrar, cada uma à sua maneira, quando todas elas querem o mesmo: Amar e ser amadas! Mas a verdade é que repetidamente, ao longo de vários anos, continuam por "cair" sempre no mesmo comportamento, como se de uma esperança se tratasse, em que desta vez vai correr bem!.... Ou será que se entregam à velha ideia de "é o destino...!" Obrigada pela formação continua que nos oferecem diariamente e espero que nos continuem a brindar com a vossa companhia por muitos e largos anos.

Bem hajam!"

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:23:41

Os meninos de suas amantes.

Os meninos de suas amantes.
"Olá Raquel e Dr. Quintino

Aprecio muito o Dr. Quintino Aires, a quem cumprimento. E vou dizer que já estou a ser muito corajosa só por enviar este email......

Sou uma mulher só, que vive com uma filha pequena, mas muito interessada em sexo e relações. Iniciei um relacionamento com um homem casado (que conheci num site) que sei racionalmente que não passará de encontros ocasionais. Para piorar as coisas vive noutra cidade. Ambos temos 42 anos. Estou perfeitamente consciente do perigo de ser uma amante.... Mas por outro lado, gosto mesmo dele ... Como posso manter isto e continuar a lutar por outro tipo de situação em que encontre de facto alguém disponível para estar comigo. Mas como manter o distanciamento? E como agir de forma a obter o melhor proveito sem me vir a magoar? Não é fácil conhecer homens realmente interessantes ou que me interessem como este. Deve aproveitar e viver isto não sendo o suficiente? pode isto até ser o suficiente para mim agora (uma vex que não tenho disponibilidade nem paciência para continuar em procuras?) O que fazer?

Muito obrigado! Aguardo a vossa opinião"

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 15:26:58

Sim, eu gosto da posição "69"

Sim, eu gosto da posição 69
"Bom dia Raquel e Quintino,
ainda que vos tenha escrito já umas (quantas) vezes, gostava de reiterar o meu agradecimento por este programa tão didáctico para mim... e à Raquel agradecimentos a dobrar, pois ainda me dá o "planeta 3" que tanto gosto! Desta vez escrevo-vos pois na emissão de 8 de outubro último, sobre o "69", o Quintino comentou que "esse entusiasmo do 69 é de quem não o tinha feito" e que para a maioria das pessoas não é assim tão fantástico ou prazeroso.

Para mim é uma experiência muito (MESMO MUITO) prazerosa e excitante, pois excita-me imenso ouvir a minha companheira fazendo "ruídos" enquanto lhe faço cunilíngua, e isso estimula a minha erecção, o que por sua vez quando ela me pratica felácio... é tremendo! Ora ouvir-vos comentar que "é muito desinteressante", e tendo uma opinião/experiência bem diferente, fiquei curiosíssimo e assim que cheguei a casa fui quis sentar-me um pouco com a minha companheira e perguntar-lhe se ela estaria disposta/disponível a falar um pouco de sexo... o nosso.  Expus-lhe o que acabo de vos comentar (que ouvi o vosso programa e o quão diferente é a minha experiência) e perguntei-lhe como se sentia ao ouvir as minhas palavras e qual a sua experiência comigo. Acredito que me tenha dito o que realmente sente, que foi uma algo a meias entre a vossa opinião (que enquanto estamos a oferecer sexo oral é difícil desfrutar e vice-versa) e tb que se sente excitada pelo facto de me estar a dar prazer.

Mas o mais espectacular foi que à medida que íamos discutindo o assunto, na procura de nos entendermos mais e assim melhorar a nossa vida sexual, fomos ficando progressivamente excitados com a conversa... e, claro, acabámos a "verificar a teoria"! MARAVILHA!!! muito agradecido pela oportunidade que nos deram de discutir (mais) um assunto de interesse para nós enquanto casal, e pelo desfrute consequente :)"


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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 15:22:19

Antidepressivos interferem com a resposta sexual?

Antidepressivos interferem com a resposta sexual?
"Caros, Raquel Bulha e Quintino Aires,

Sigo o vosso programa desde o inicio e já aprendi muito convosco. aprecio a vossa abertura de espirito e gosto muito das explicações do dr. quintino, sobre sexo, sobre, a vida, sobre nós... agora a minha dúvida: estou a tomar antidepressivos e ansioliticos há 6 meses e desde essa altura que deixei de conseguir ter orgasmos, quer com o meu marido, quer por masturbação. será que tem relação com esta medicação? será temporário?

Agradeço comentário e parabens pelo vosso trabalho enriquecedor."

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 15:17:42

"A sexualidade aos 50 anos já não tem a mesma importância que assume em idades mais novas"

A sexualidade aos 50 anos já não tem a mesma importância que assume em idades mais novas
"Para já ainda não é uma mensagem longa a partilhar os meus pensamentos e experiências. É só uma notícia que considero relevante para o futuro dos ouvintes d'A Hora do Sexo:

"Aos 58 anos, a juíza conselheira Maria Fernanda Maçãs e os seus dois colegas Alberto Costa Reis (64), e José Fonseca da Paz (66), consideram que a sexualidade aos 50 anos já não "tem a mesma importância que assume em idades mais novas". Não foi apenas um "considerando", já que tal juízo de valor acabou por influenciar a decisão final do Supremo Tribunal Administrativo em baixar a indemnização a pagar a uma doente da Maternidade Alfredo da Costa, na sequência de uma intervenção cirúrgica mal sucedida - de 172 mil euros para 111 mil."

Nunca parem!"

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:47:49

O que um irmão pode dizer que um pai não diz?

O que um irmão pode dizer que um pai não diz?
"Olá Raquel e Dr. Quintino,
Às vezes, especialmente as minhas amigas mulheres, falam-me de perguntas que os irmãos ou irmãs mais novas fazem e que elas ficam sem saber o que responder. Pergunto: A abordagem que os pais devem ter deve ser a mesma que um irmão mais velho? O que é que um irmão pode dizer que um pai não diz? Há diferenças? Pais mais bem preparados para o assunto, criam filhos mais bem informados, o que faz com que os mais velhos possam esclarecer as dúvidas dos mais novos? Deixem-me as vossas opiniões e matem-me a curiosidade de uma filha única.

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:40:28

Sou virgem e com medo de falhar

Sou virgem e com medo de falhar
"Ouço o vosso programa há alguns meses, sou fã assídua do programa e tenho estado há algum tempo para vos escrever e parece que finalmente ganhei coragem. Tenho 19 anos, sou virgem e tenho dificuldade em relacionar-me sexualmente. Não vou dar desculpas de um trauma infantil, da educação e da religião porque como vocês dizem não é motivo e na minha opinião não passam de tretas. No meu caso é o medo, medo de falhar e não corresponder às expectativas da outra pessoa. Estive numa relação durante alguns meses, gosto muito dele mas a nossa relação acabou, ele diz que as coisas mudaram e não sentir o mesmo por mim, penso que não termos tido sexo foi um dos grandes motivos para terminar e as coisas mudarem.

Enquanto estivemos juntos sempre se mostrou bastante aberto para me perceber mas acabou por se fartar de esperar. Não tenho vergonha de me expor com ele, os preliminares eram ótimos mas quando chegava o momento da penetração as coisas complicavam-se porque invalava-se o meu medo de não o conseguir satisfazer e acabava por ficar um mau estar entre nós. Apesar da relação ter acabado, ele diz que ainda sente uma enorme atracção por mim, quero estar com ele mas o meu medo mantém-se. Não sei se o facto de termos sexo irá fazer com que voltassemos a ficar juntos. A verdade é que gosto muito dele e estou disposta a tentar, mas não sei muito bem como enfrentar este medo de falhar."

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por : Raquel Bulha

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A Hora do Sexo MP3 2014-12-15
A Hora do Sexo MP3 2014-12-12
Este é o blogue do programa "A Hora do Sexo". Aqui encontras muitas das dúvidas relacionadas com a sexualidade, mas mais importante do que isso, os devidos esclarecimentos e respostas. Bem-Vindo!

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sexo@rtp.pt
Raquel Bulha (raquel.bulha@rtp.pt)
Quintino Aires (quintino.horadosexo@gmail.com)

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A Hora do Sexo
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2014-12-16 13:49:53

Brinquedo sexual "must have".

Brinquedo sexual must have.
"Olá Raquel e Quintino,. Sigo de uma forma mais ou menos regular  vosso programa e gosto muito. Não sei se já falaram sobre este assunto num dos programas, mas a verdade é que tenho algumas dúvidas.

Tenho 23 anos, iniciei a minha vida sexual aos 17 num relacionamento que durou até aos 22 anos. Terminou devido a uma traição de ambas as partes. Física no meu caso e de sentimento do lado dele. Depois disso tive um "caso" que durou 7 meses e agora estou num outro relacionamento que dura, também, há 7 meses.  Atualmente este meu namorado esta em Espanha e vemos-nos uma vez por mês, bem sei que nao vai ser longo mas enquanto durar estou bem.  Do ponto de vista sexual damo-nos muito bem, ele é mais novo mas mais experiente. Gostamos de inovar e é por isso que vos escrevo. Penso que ja fizemos grande parte do que ha por fazer sem "brinquedos sexuais". No entanto ele chega a semana que vem e eu gostava de fazer uma visita a uma sex shop, a primeira vez a serio. Assim, gostava de saber o que é recomendado comprar numa fase tão inicial o que é mesmo "must have". Sabendo que sou uma pessoa muito romântica e apaixonada no que diz respeito ao sexo e ele um pouco mais "selvagem".  

Bem sei que não ha nada como ir e experimentar, mas umas dicas nunca fizeram mal a ninguém :)... "

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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 13:44:37

Quando se estraga uma memória boa.

Quando se estraga uma memória boa.
"Peço desculpa por estar a perturba-lo com este mail, deve receber centenas de mais com este tipo de duvidas. Sei e compreendo que não me vai responder, pois deve ter mais que fazer, mas seja como for exponho aqui a minha situação.

Eu e a minha namorada estamos juntos há cerca de 4 meses, temos ambos 31 anos, no inicio tudo era perfeito, tínhamos relações com alguma frequência mas não todos os dias, para alem da frequência com que fazíamos eu também sentia o desejo dela, mas no segundo mês ela começou a afastar-se e a não querer fazer mais e também começou a querer mais espaço, para mim não foi difícil mas como gosto dela achei que tinha razão. Mais tarde questionei-a se ainda gostava de mim e porque se estava a afastar, ela disse que era o stress do trabalho e também porque estava a passar por alterações no corpo, uma vez que deixou de fumar em Abril . Hoje em dia estamos juntos todos os dias, muito por vontade dela, é quase como se vivêssemos juntos mas a falta de desejo continua mesmo com a minha insistência. Tento sempre agradar lhe perguntando como gosta mais, também tento ajuda-la com os problemas do dia a dia tentando facilitar a sua vida, fazendo surpresas, jantares à luz das velas, mensagens de amor, faço massagens quando está cansada, ajudo nas contas de casa, lavo a louça. faço tudo para se sentir bem e confiante comigo, mas só recebo nãos. Ela não gosta de mim pois não?


Obrigado Dr. Quintino, é a primeira vez na vida que faço este tipo de pergunta a alguém, não tenho à vontade para desabafar este assunto com amigos, costumo seguir os seus programas e por isso a pergunta. Obrigado mais uma vez."

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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 13:38:01

Que vontade foi esta de começar a escrever o blogue meninodesuamae.com

Que vontade foi esta de começar a escrever o blogue meninodesuamae.com
"O erótico e o pornográfico na era da internet"

A eterna dualidade Erótico - permitido
Pornográfico - proibido


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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 13:34:19

Fornicar é como falar.

Fornicar é como falar.

"A Seguir Ao Cérebro, A Língua É O Mais Importante Órgão Sexual"


Post de referência: "Cem Coisas Que Precisas De Saber - Coisa #88 - Foder É Como Falar"


"Claro que dirás que há conversas e conversas, que há banalidades, que há conversas em que não nos damos. Não é disso que falo - falo das vezes em que te revelas, em que és real, em que te entregas e te expões crua, das vezes em que és inteira e em que és tu."




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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 13:29:54

Do cunilíngua como uma das belas artes.

Do cunilíngua como uma das belas artes.
"Do Minete Como Uma Das Belas Artes" (meninodesuamae.com)

Dizer que se gosta de mulheres mas só das partes que não cheiram a cona é como dizer que se gosta de cães excepto da mania deles de ladrarem e lamberem e nos saltarem para o colo e quererem festas. É uma coisa que deviam analisar. Talvez só gostem do conceito, da ideia de ter um cão. Pensem lá nisso. A sério. Não acho que uma pessoa assim deva ter um cão. E também não acho que deva ter uma mulher."

Grande parte dos posts do Menino De Sua Mãe são "a sério", reflectem ideias pessoais, gostos próprios, experiências de pensamento. Este não é excepção. E, como a maior parte dos posts do Menino De Sua Mãe, pode ser lido de várias maneiras. Uma delas, obviamente, é como manifesto, como panfleto de incitação ao cunnilingus. Acho que essa vertente é importante, embora o tenha escrito sem esse propósito, mas faz falta quem incite, quem provoque, quem diga que há coisas que são boas e as podes experimentar.

Mas há um outro nível de reflexão possível: pode ser bom, mas há tanta coisa que é boa para tanta gente, até que ponto até se pode ter bom sexo sem fazer tudo ou experimentar tudo? Existe algum mitológico "sexo pleno"? No limite, dizer a alguém que não está a aproveitar o sexo como deve ser porque não faz cunnilingus é comparável a dizer a alguém que não está a aproveitar o sexo como deve ser porque não faz estimulação anal - e há muita gente que aproveita muito bem sem nenhuma delas. Há "fronteira"? Como em tudo, as fronteiras são individuais, muitas vezes nem nos passa pela cabeça ir mais além do que já fazemos. Por isso é importante falar destas coisas. Não são provocações, são roteiros de viagens, guias turísticos. São maneiras de tentar pôr as pessoas a falar de sexo, como quem diz "olha, vi na net uma excursão ao Cartaxo, e se experimentássemos?"

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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 13:24:10

Quem é o menino de sua mãe?

Quem é o menino de sua mãe?
"Aqui há umas semanas circulou um texto no facebook cujo título era "Do minete como uma das belas artes" houve logo 2 variáveis que o poderiam tornar viral, o facto de usar calão, palavrão... e falar de sexo, do cunílingua em particular. Isso aconteceu, tornou-se viral... partilhei o texto no facebook e passado uma hora foi apagado e o blogue onde estão alojados os textos, foi abaixo.

Como diz a nossa promo de abertura no subject will ever be taboo... fui à procura do autor dos textos. O blogue chama-se menino de sua mãe! E eu e Quintino Aires temos o prazer de vos apresentar O próprio do Menino... olá, bem vindo à hora do sexo!

Quem é o menino de sua mãe?


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por : Raquel Bulha

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2014-12-16 12:19:09

Friends with Benefits - ejeculação precoce(?)

Friends with Benefits - ejeculação precoce(?)
"Olá Raquel e Quintino,

Antes de mais muito obrigado a ambos pelo belíssimo programa, que como uma boa relação, mantém-se bom e fresco após tantos anos.


Sou um rapaz de 27 anos e já tive duas relações de 1 ano cada, e presentemente estou numa espectacular relação de "friends with benefits" há um mês. No entanto, há algo que me tem vindo a preocupar e que já vem das outras relações, que é o facto de durar muito pouco tempo a ejacular após iniciar a penetração (2/3 minutos, às vezes menos).

Sou uma pessoa que gosta muito de sexo e do corpo feminino, e o que eu acho que acontece é que me entusiasmo mesmo muito, a vários níveis, com toda a envolvência do sexo (incluindo preliminares físicas e psicológicas, que costumam ser algo longas) acabando por me excitar muito e ejacular depressa. Penso isto porque até a esta ultima relação, isto acontecia-me mais quando estava mais tempo sem ter sexo. Mas esta nova pessoa excita-me muito mais e puxa muito mais por mim do que as pessoas das relações anteriores, e isso faz com que o meu nível de entusiasmo esteja sempre muito elevado, o que faz com que aconteça sempre.

Ainda assim, também devo dizer que tenho sempre esse pensamento presente durante o acto -  "Será que irei aguentar mais que o normal? Não quero que dure pouco, está a ser tão bom.", e sei que não ajuda, mas não consigo evitar. Já falei com esta actual pessoa sobre isso (a tal partilha de medos/receios), e ela sugeriu experimentarmos mudar de posição ou fazer uma pausa na penetração quando vejo que se está a aproximar o momento.  Ao experimentar, serviu de pouco, pois o facto de olhá-la e senti-la de uma "nova" forma, faz com que ganhe novo entusiasmo e que acabe por ser quase imediato.

E tudo isto deixa-me bastante em baixo no final, porque sinto que acabo por falhar para com a outra pessoa, porque apesar da a compensar de outras maneiras, não é bem a mesma coisa. Agora, o que eu gostava de saber é o que pode ser feito em relação a isto, se será possível arranjar uma forma de contornar/ultrapassar esta situação, ou se devo procurar ajuda médica/psicológica?"

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 12:14:08

Transtorno Dismórfico (dismorfia) Em relações sexuais ocasionais o corpo da mulher, importa?

Transtorno Dismórfico (dismorfia) Em relações sexuais ocasionais o corpo da mulher, importa?
"Queridos Raquel Bulha e o Dr. Quintino Aires;

Agradeço desde já a existência deste elucidativo e descontraído espaço (A Hora do Sexo). Confesso que não sou uma ouvinte diária mas antes compulsiva, quando tenho possibilidade de uma quebra na minha rotina lá vou eu aprender ao site da Antena 3.

Já vinha desde algum tempo para escrever para o vosso espaço mas nunca com coragem, isto porque ainda tenho alguma coisas a resolver não tanto diretamente com problemas no sexo dito, mas mais com o que envolve: O corpo, a entrega...


Tentando ser breve:

Tenho 24 anos e desde o inicio da adolescência que me venho a debater com problemas obsessivos-compulsivos onde entra períodos de dismorfia corporal, distúrbios alimentares, enfim e tudo o que envolve, resumindo corpo.

Na verdade considero que não tenha tido qualquer educação sexual, até pelo contrário, houve sempre uma busca de actos incriminatórios quase "género pide" por parte dos meus pais e fazer da sexualidade um acto vergonhoso.. e enfim a ideia que consegui formar enquanto ser individual, é que a sexualidade faz tão parte de nós enquanto individuos e é tão essencial ao nosso desenvolvimento pessoal como o acto de beber um copo de leite quando se tem fome. Assim sendo, sempre fui muito selectiva de parceitos.

Diria que tive 4 pessoas diferentes até hoje: 2 namoros e 2 casos ocasionais; Não tenho inseguranças quanto Às "minhas prestações" mas sim com o corpo, e a entrega, o toque... e devo dizer que desses dois casos consegui abstrair-me tanto do medo do corpo durante o acto sexual, que mal me lembro de características físicas especificas dos meus parceiros ocasionais.

Resumindo: Assim como para o homem que pergunta o tamanho da " minha pilinha importa?" , em relações sexuais ocasionais, o corpo da mulher importa? Devo-me simplesmente libertar e deixar-me dar ao "luxo" de poder ter relações ocasionais ou, devo-me proteger? Peço desculpa pelo testamento e secalhar pela pergunta ego, tendo em conta o meu problema, mas, se poderem-me responder, ficava muito agradecida :) Um beijo para ambos e Obrigada pela boa disposição e profissionalismo"

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:55:10

Sémen "avermelhado"

Sémen avermelhado
"Boa tarde caros amigos, continuo ouvinte assíduo, e sempre que ouço a vossa edição encontro uma pequena resposta para a melhoria da minha vida diária. Hoje escrevo para pedir ajuda sobre algo que me acontece pela segunda vez. No fim da masturbação, e depois de ejacular, notei que tinha o esperma avermelhado, o que faz acreditar que tenho sangue no esperma. Como referi antes, já me aconteceu, há cerca de 2 ou 3 anos. Na altura entrei em pânico, mas como tinha vergonha de referir a alguém (excepção feita à minha companheira), procurei informação na internet, que aconselhava então a não praticar qualquer tipo de sexo, para não ejacular. Que esta situação resultava de stresse, e que, com a inibição sexual durante uns dias, tudo voltaria ao normal, e realmente assim foi. Na altura não consultei um médico, e desta vez estou tentado em seguir da mesma forma. No entanto, escrevo-vos para saber se isto é para me realmente preocupar, ou tentar ter mais calma e ficar realmente uns dias no celibato."

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:51:25

Definir a relação, dar nome.

Definir a relação, dar nome.
"Olá aos dois !

Conheci uma miúda da minha idade, 38 anos. Falámos pela net 3 meses, no 1º dia que nos conhecemos pessoalmente, tivemos uma boa noite de sexo muito intenso. Continuamos a encontrar-nos todos os fins de semana e mantemos a mesma relaçao, sexo e muito carinho à mistura. Ela diz que está apaixonada pelo meu orgão genital e tudo o que envolve a nossa relação sexual, pois está sempre a acariciar-me e diz eu sou um caso à parte. Como defenir esta reação, de uma pessoa que, diz querer ser minha namorada?

Obrigado Quintino e cumprimentos "À HORA DO SEXO"


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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:40:03

Reagir! Treinar a argumentação.

Reagir! Treinar a argumentação.
"Olá Quintino e Raquel!

Sou vosso ouvinte e apesar de nem sempre concordar convosco, gosto muito do vosso espaço e já aprendi muito a ouvir-vos. Sou um jovem adulto com 25 anos, recentemente solteiro (saí de uma relação com mais de 2 anos). Conheci a minha ex-namorada na minha licenciatura, ela namorava na altura, mas fomo-nos aproximando e ela acabou por deixar a relação que tinha e ficámos juntos.

Em todas as relações anteriores nunca tive uma pessoa tão dedicada a mim, não só para o bom que existe numa relação mas também para outras situações da vida em que percebemos se temos ou não temos um(a) companheiro(a).. Ela ao fim de um mês de relação quis conhecer a minha familia, e eu apesar de não fazer particular questão, fiz-lhe a vontade.. No entanto ela não fez o mesmo no imediato.. nem nunca.. Cheguei a ir a um aniversário dela com 1 ano e meio de relação fingindo que era amigo.. (Quem ama é capaz de fazer o seu amor passar por isto?) Esse dia marcou-me profundamente mas fui incapaz de dizer 'BASTA! Se me amas tens de fazer isso por nós'.. Acabámos por seguir para mestrado juntos e para além dessa situação começou a notar-se o excesso de horas de trabalho juntos.. Para além disso ela entrou para o ginásio (com o meu apoio, pois precisava) mas dedicou-se de uma maneira completamente obsessiva.. Nem todas essas condicionantes fizeram com que ela abrisse o  jogo com a familia e abrisse novas portas para a relação..  E eu fui-me acomodando, deixando de lutar e comecei eu próprio a desistir.. No final do Verão terminámos a relação, eu sugeri e ela aceitou sem contestar.. Mas negou-me termos uma conversa cara-a-cara como deve ser entre adultos.. Apesar de achar que dei tudo o que podia para que as coisas resultassem, acabo por me sentir culpado pela minha falta de reação aos acontecimentos!


A minha questão é a seguinte:

O que hei-de fazer para mudar a minha atitude numa relação? Sinto que o facto de eu não dizer 'Não.' à outra pessoa, e tentar seguir sempre uma via que satisfaça a outra parte acaba por resultar contra mim e a própria relação. Como diz uma amiga minha 'anulo-me como pessoa quando tenho um relacionamento'..."

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:28:22

Os padrões de comportamento

Os padrões de comportamento
"Olá Dr. Quintino Aires e Raquel Bulha!

São os meus companheiros fies todas as tardes e todas as manhãs, naqueles cinco minutos... Não perco uma emissão, e como repetem a da tarde na manhã seguinte, normalmente oiço duas vezes, o que me parece óptimo para que as ideias fiquem mais cimentadas na minha consciência...

A minha questão é basicamente esta: Estaremos nós enquanto indivíduos sociais e emocionais "talhados" para cometer repetidamente os mesmos erros nas relações? Terá mesmo que existir sempre a ajuda de um profissional na área da saúde mental para alterar comportamentos?

Passo a exemplificar com situações de pessoas com as quais privo há alguns anos o que me permite já ter uma ideia bastante abrangente dos seus estilos e formas de vida:

Exemplo 1: Um homem na casa dos 50 anos, discreto no trato e nas atitudes que se atrai sempre por mulheres bonitas, que até o tratam bem, (e ele a elas), nunca chegam a assumir uma relação mas passado pouco tempo é sempre "trocado" por outro homem. Como o meio é pequeno toda a gente se apercebe, embora ele nunca se queixe. Continua mesmo a conviver com elas e às vezes quando elas se zangam com os seus companheiro lá volta ele para elas, mas só até elas voltarem para os respectivos companheiros. Pergunto-me será que se entende como o "second best"??

Exemplo 2: Uma mulher muito inteligente, perto dos 50 anos, bonita com um caracter forte, ideias arrojadas, à frente do seu tempo, mas acaba por estar em relações longas onde os companheiros são sempre de alguma forma dependentes dela, fazendo ela quase um papel de mãe e não o de companheira, amante, mulher...

Exemplo 3: Uma mulher jovem e bonita que gosta de seduzir e de ser seduzida, mas tudo o que mais quer é encontrar um companheiro para constituir família. Acaba sempre por se envolver sexualmente com eles, alguns até chegam a ser casos breves mas eles acabam sempre por não querer uma relação "séria" e ela acaba por sair magoada.

Exemplo 4: Uma mulher perto dos quarenta anos que não se consegue apaixonar por ninguém porque continua sempre agarrada ao último relacionamento, que já não existe. Nas poucas relações que teve os companheiros eram distantes e sem grande manifestações de afecto. O que eu quero tentar perceber é como é que estas pessoas, se permitem continuadamente a frustrar, cada uma à sua maneira, quando todas elas querem o mesmo: Amar e ser amadas! Mas a verdade é que repetidamente, ao longo de vários anos, continuam por "cair" sempre no mesmo comportamento, como se de uma esperança se tratasse, em que desta vez vai correr bem!.... Ou será que se entregam à velha ideia de "é o destino...!" Obrigada pela formação continua que nos oferecem diariamente e espero que nos continuem a brindar com a vossa companhia por muitos e largos anos.

Bem hajam!"

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:23:41

Os meninos de suas amantes.

Os meninos de suas amantes.
"Olá Raquel e Dr. Quintino

Aprecio muito o Dr. Quintino Aires, a quem cumprimento. E vou dizer que já estou a ser muito corajosa só por enviar este email......

Sou uma mulher só, que vive com uma filha pequena, mas muito interessada em sexo e relações. Iniciei um relacionamento com um homem casado (que conheci num site) que sei racionalmente que não passará de encontros ocasionais. Para piorar as coisas vive noutra cidade. Ambos temos 42 anos. Estou perfeitamente consciente do perigo de ser uma amante.... Mas por outro lado, gosto mesmo dele ... Como posso manter isto e continuar a lutar por outro tipo de situação em que encontre de facto alguém disponível para estar comigo. Mas como manter o distanciamento? E como agir de forma a obter o melhor proveito sem me vir a magoar? Não é fácil conhecer homens realmente interessantes ou que me interessem como este. Deve aproveitar e viver isto não sendo o suficiente? pode isto até ser o suficiente para mim agora (uma vex que não tenho disponibilidade nem paciência para continuar em procuras?) O que fazer?

Muito obrigado! Aguardo a vossa opinião"

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 15:26:58

Sim, eu gosto da posição "69"

Sim, eu gosto da posição 69
"Bom dia Raquel e Quintino,
ainda que vos tenha escrito já umas (quantas) vezes, gostava de reiterar o meu agradecimento por este programa tão didáctico para mim... e à Raquel agradecimentos a dobrar, pois ainda me dá o "planeta 3" que tanto gosto! Desta vez escrevo-vos pois na emissão de 8 de outubro último, sobre o "69", o Quintino comentou que "esse entusiasmo do 69 é de quem não o tinha feito" e que para a maioria das pessoas não é assim tão fantástico ou prazeroso.

Para mim é uma experiência muito (MESMO MUITO) prazerosa e excitante, pois excita-me imenso ouvir a minha companheira fazendo "ruídos" enquanto lhe faço cunilíngua, e isso estimula a minha erecção, o que por sua vez quando ela me pratica felácio... é tremendo! Ora ouvir-vos comentar que "é muito desinteressante", e tendo uma opinião/experiência bem diferente, fiquei curiosíssimo e assim que cheguei a casa fui quis sentar-me um pouco com a minha companheira e perguntar-lhe se ela estaria disposta/disponível a falar um pouco de sexo... o nosso.  Expus-lhe o que acabo de vos comentar (que ouvi o vosso programa e o quão diferente é a minha experiência) e perguntei-lhe como se sentia ao ouvir as minhas palavras e qual a sua experiência comigo. Acredito que me tenha dito o que realmente sente, que foi uma algo a meias entre a vossa opinião (que enquanto estamos a oferecer sexo oral é difícil desfrutar e vice-versa) e tb que se sente excitada pelo facto de me estar a dar prazer.

Mas o mais espectacular foi que à medida que íamos discutindo o assunto, na procura de nos entendermos mais e assim melhorar a nossa vida sexual, fomos ficando progressivamente excitados com a conversa... e, claro, acabámos a "verificar a teoria"! MARAVILHA!!! muito agradecido pela oportunidade que nos deram de discutir (mais) um assunto de interesse para nós enquanto casal, e pelo desfrute consequente :)"


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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 15:22:19

Antidepressivos interferem com a resposta sexual?

Antidepressivos interferem com a resposta sexual?
"Caros, Raquel Bulha e Quintino Aires,

Sigo o vosso programa desde o inicio e já aprendi muito convosco. aprecio a vossa abertura de espirito e gosto muito das explicações do dr. quintino, sobre sexo, sobre, a vida, sobre nós... agora a minha dúvida: estou a tomar antidepressivos e ansioliticos há 6 meses e desde essa altura que deixei de conseguir ter orgasmos, quer com o meu marido, quer por masturbação. será que tem relação com esta medicação? será temporário?

Agradeço comentário e parabens pelo vosso trabalho enriquecedor."

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 15:17:42

"A sexualidade aos 50 anos já não tem a mesma importância que assume em idades mais novas"

A sexualidade aos 50 anos já não tem a mesma importância que assume em idades mais novas
"Para já ainda não é uma mensagem longa a partilhar os meus pensamentos e experiências. É só uma notícia que considero relevante para o futuro dos ouvintes d'A Hora do Sexo:

"Aos 58 anos, a juíza conselheira Maria Fernanda Maçãs e os seus dois colegas Alberto Costa Reis (64), e José Fonseca da Paz (66), consideram que a sexualidade aos 50 anos já não "tem a mesma importância que assume em idades mais novas". Não foi apenas um "considerando", já que tal juízo de valor acabou por influenciar a decisão final do Supremo Tribunal Administrativo em baixar a indemnização a pagar a uma doente da Maternidade Alfredo da Costa, na sequência de uma intervenção cirúrgica mal sucedida - de 172 mil euros para 111 mil."

Nunca parem!"

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:47:49

O que um irmão pode dizer que um pai não diz?

O que um irmão pode dizer que um pai não diz?
"Olá Raquel e Dr. Quintino,
Às vezes, especialmente as minhas amigas mulheres, falam-me de perguntas que os irmãos ou irmãs mais novas fazem e que elas ficam sem saber o que responder. Pergunto: A abordagem que os pais devem ter deve ser a mesma que um irmão mais velho? O que é que um irmão pode dizer que um pai não diz? Há diferenças? Pais mais bem preparados para o assunto, criam filhos mais bem informados, o que faz com que os mais velhos possam esclarecer as dúvidas dos mais novos? Deixem-me as vossas opiniões e matem-me a curiosidade de uma filha única.

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:40:28

Sou virgem e com medo de falhar

Sou virgem e com medo de falhar
"Ouço o vosso programa há alguns meses, sou fã assídua do programa e tenho estado há algum tempo para vos escrever e parece que finalmente ganhei coragem. Tenho 19 anos, sou virgem e tenho dificuldade em relacionar-me sexualmente. Não vou dar desculpas de um trauma infantil, da educação e da religião porque como vocês dizem não é motivo e na minha opinião não passam de tretas. No meu caso é o medo, medo de falhar e não corresponder às expectativas da outra pessoa. Estive numa relação durante alguns meses, gosto muito dele mas a nossa relação acabou, ele diz que as coisas mudaram e não sentir o mesmo por mim, penso que não termos tido sexo foi um dos grandes motivos para terminar e as coisas mudarem.

Enquanto estivemos juntos sempre se mostrou bastante aberto para me perceber mas acabou por se fartar de esperar. Não tenho vergonha de me expor com ele, os preliminares eram ótimos mas quando chegava o momento da penetração as coisas complicavam-se porque invalava-se o meu medo de não o conseguir satisfazer e acabava por ficar um mau estar entre nós. Apesar da relação ter acabado, ele diz que ainda sente uma enorme atracção por mim, quero estar com ele mas o meu medo mantém-se. Não sei se o facto de termos sexo irá fazer com que voltassemos a ficar juntos. A verdade é que gosto muito dele e estou disposta a tentar, mas não sei muito bem como enfrentar este medo de falhar."

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por : Raquel Bulha

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A Hora do Sexo MP3 2014-12-15
A Hora do Sexo MP3 2014-12-12
Este é o blogue do programa "A Hora do Sexo". Aqui encontras muitas das dúvidas relacionadas com a sexualidade, mas mais importante do que isso, os devidos esclarecimentos e respostas. Bem-Vindo!

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