Entrevista ao secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Nuno Oliveira
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A Universidade Tiradentes - Unit, juntamente com o Instituto Raimundo Mendonça de Araujo - IRMA, a Paróquia do Divino Espírito Santo e a Prefeitura Municipal, têm o prazer de convidar Vossa Excelência e família a abrilhantarem com suas presenças o 1º. Colóquio do Divino a ser realizado na cidade de Indiaroba no estado de Sergipe, conforme programação abaixo.
Contando com suas presenças, antecipadamente agradecemos.
"Autopsia de un mar de ruinas: Una obra maestra de João de Melo ", Traducción de Rebeca Hernández. Ediciones Linteo, Ourense, 2011. 386 páginas.
Por nicolás miñambres
Diario de León Lunes, 14 de mayo de 2012
Conviene advertir de entrada un detalle cronológico: esta novela se terminó en Lisboa en 1983, si bien fue revisada en julio de 1992, hace más de un cuarto de siglo y se localiza en el conflicto de la guerra colonial portuguesa (1961-1974).
El hecho de que el autor participara en los servicios sanitarios lo convierte en testigo directo pero, sobre todo, en cronista excepcional. Narra lo vivido y da cuerpo literario a una magnífica «novela de formación. De la formación de los jóvenes de ambos lados...», escribe Rebeca Hernández, autora de una excelente traducción, plena de dificultades por la «agramaticalidad» de la redacción original.
La existencia de dos mundos le sirve al autor para marcar una diferencia literaria. La voz de los soldados portugueses ocupa los capítulos impares, frente a los pares, donde se refleja el sentir de los angoleños.
Uno y otro mundo se convierten en la sustancia temática que el novelista transforma en un resultado expresivo prodigioso, en el que late un hondo desconsuelo: «Aún no era oportuno llegar a las lágrimas». Uno de los recursos más originales tal vez sea el comienzo, en versales, de los capítulos, transformado así en epígrafe.
Sirva de ejemplo el vigésimo tercero: «El día en que yo morí en la guerra, estaba este mismo sol de cloro parado en mis venas».
Autopsia de un mar en ruinas ofrece dos atractivos esenciales. El primero surge de la visión espeluznante de una guerra plena de escenas escalofriantes, salpicadas con detalles de gran ternura.
Es lo que ocurre con los personajes, repartidos entre la limpia condición primaria de los angoleños y la crueldad de los soldados. El segundo tiene que ver con la variadísima riqueza de recursos expresivos de los que hace gala el autor.
El título de la obra (Autopista de un mar en ruinas)es la mejor prueba. En sus páginas abundan descripciones basadas en el uso de una prolijidad minuciosa y descarnada junto al sabio empleo de prosopopeyas, perífrasis poéticas, metáforas inesperadas, metonimias, imágenes impresionistas y un abundante empleo de la anáfora.
Resulta esencial la voz del narrador, especialmente la interpretación del soldado Renato escribiendo una carta a su amor cuando se enfrenta a una muerte inmediata. Lo apuntado conlleva a una conclusión muy clara: Autopsia de un mar de ruinas es una de las grandes novelas de las últimas décadas.
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CÓDIGO
Vitorino Nemésio traz Margarida
Pela mão. E vem Raul Brandão
com sua ilha em frente: a mais apetecida.
Mas eu oiço o vulcão a pulsação
a linguagem secreta
transmitida
de poeta a poeta.
Ouço o mistério o cedro a música da lava
o rumor mineral e o canto
subterrâneo. O código e o sinal.
Tudo é ritmo e palavra
celebração imagem lugar santo.
Manuel Alegre,
Escrito no mar: livro dos Açores,
Lisboa, Sextante Editora, l.da, 2008.
Manuel Alegre de Melo Duarte (1936), poeta, escritor, político, é natural da cidade de Águeda. Exilado, regressou a Portugal em 1974. Reside e trabalha em Lisboa.
Este blogue é sobre a perspectiva da distância, o olhar de quem vive os Açores radicado na América do Norte, na Europa, no Brasil, ou em qualquer outra região. É escrito por personalidades de referência das nossas comunidades com ligações intensas ao arquipélago dos Açores.
Irene Maria F. Blayer - Canadá
Nasceu na Vila das Velas, São Jorge, Açores. Reside no Canadá desde 1977. Doutorada em Linguística Românica. Professora Catedrática da Brock University, Ontário, Canadá. Neste espaço procura-se a colaboração de colegas e amigos cujos textos, depoimentos, e outros -em Inglês, Português, Francês, ou Castelhano- sejam vozes que testemunhem a nossa 'narrativa' diaspórica, ou se remetam a uma pluralidade de encontros onde se enquadra um universo que contempla uma íntima proximidade e cumplicidade com o nosso imaginário cultural e identitário.--Born in Velas, São Jorge, Azores, and lives in Niagara-on-the-Lake, Ontario, Canada. Holds a Ph.D. in Linguistics (1992) and is a Full Professor at Brock University.
Lélia Pereira da Silva Nunes - Brasil
Nasceu em Tubarão, vive em Florianópolis, Ilha de Santa Catarina. Socióloga, Professora da Universidade Federal de Santa Catarina, aposentada, investigadora do Patrimônio Cultural Imaterial (experts/UNESCO,Mercosul), escritora e, sobretudo, uma apaixonada pelos Açores. Este é um espaço, sem limites nem fronteiras, aberto ao diálogo plural sobre as nossas comunidades. Um espaço que, aproximando geografias, reflete mundivivências a partir do "olhar distante e olhar de casa," alicerçado no vínculo afetivo e intelectual com os Açores. Vozes açorianas, onde quer que vivam, espalhadas pelo mundo e, aqui reunidas num grande abraço fraterno, se fazem ouvir. Azorean descent.-- Born in Tubarão(SC) and lives in Florianopolis, Santa Catarina Island,Brasil. She holds a Master's degreee in Public Administration, and is an Associate Professor at Federal University of Santa Catarina.
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